Éllen Marianne Carletto
sexta-feira, 25 de novembro de 2011
Surpresas? Não mais
Talvez as pessoas não mudem. O tempo passa e todos permanecem iguais. Seja bom ou ruim, algumas coisas sempre te encontraram em algum lugar. Não adianta tentar fugir. Ninguém escapa do destino. Podemos adiar, maquiar e tentar mudar, mas a única coisa que possamos fazer é depois de tudo superar!
Éllen Marianne Carletto
Éllen Marianne Carletto
quinta-feira, 24 de novembro de 2011
Nunca e sempre
...são períodos de tempo longos e incertos demais para serem decretados com promessas!
Éllen Marianne Carletto
Éllen Marianne Carletto
domingo, 20 de novembro de 2011
Obrigações
Chega um momento em que as coisas devem ser substituídas. Trocamos berço por camas. Colégio por faculdade. Brincadeiras por trabalho. Lápis de cor por celular. Trocamos as conversas por menssagens. As tardes de domingo por segundas antecipadas. Festas de ferias por descanso. Fechamos ciclos de amizades para podermos conhecer gente nova. Nem sempre trocamos por aquilo que desejávamos. Nem sempre substituimos só o que não agradava. Temos que nos adaptar as situações expostas. Não é regra o novo ser melhor que o velho, porém, sempre podemos encontrar aquela ecxessão. Podemos ter que deixar para trás o que gostamos, mas sempre teremos a oportunidade de reviver nas lembranças. Lembrar do gosto da felicidade que hoje é temperada por novos produtos existentes no mercado.
Éllen Marianne Carletto
Éllen Marianne Carletto
sábado, 19 de novembro de 2011
domingo, 13 de novembro de 2011
Para mim, e para você?
"O amor pode durar, pode acabar e pode machucar. E quando machuca, significa que é hora do fim." Foi está frase que eu li hoje, entorno das 2 da manhã antes de dormir, na timeline de um amigo meu. O por que de eu estar aqui escrevendo sobre isso? Pelo simples fato de não concordar com suas palavras. Com muito respeito, claro, mas vou descordar, não plenamente, mas em partes.. começando onde eu concordo que um amor possa durar, mas não dura para sempre, pelo pequeno detalhe em que não existem "para sempre", apenas em finais felizes de contos de fadas. Concordo que amores acabem, não se baseando na explicação anterior, pois, em um simples dia de fúria, onde por algum segundo nos vemos "fora de si", aquele foi um momento em que não existiu amor, afirmando assim o para sempre enganador, mas logo passa e o amor permanece, e sim nas condições em que já não sentimos mais a necessidade ou a sinceridade de falar "eu te amo" a alguém. Concordo que amores podem machucar, e como eu concordo com está informação, afinal, se existe uma dor maior que a da perda de alguém que amamos ela ainda não foi apresentada a mim. Entre tanto, mesmo queria falar sobre a minha ultima colocação, não concordo que ao nos machucarmos com o amor significa que é a hora do fim. O amor é uma coisa linda e unica, mas se existe algo a qual ele adora infernizar as pessoas são os momentos de dor que nos faz passar, mas existe a recompensa no final que vale a pena.. por que, se eu concordasse em que se machuca acaba, serei sincera, ninguém nunca amaria! Como já dizia, "amar é sofrer", e para descordar de mim mesma, não existe dor melhor do que a de poder amar alguém!
Éllen Marianne Carletto
Éllen Marianne Carletto
quarta-feira, 9 de novembro de 2011
O que realmente importa
...é tentar. Tudo bem se não der certo. Nem tudo existe para nos pertencer. Nem todos os jogos iremos ganhar... Mas nenhuma chance foi feita para se desperdiçar. Nós devemos mesmo é aproveitar!!
Éllen Marianne Carletto
Éllen Marianne Carletto
segunda-feira, 7 de novembro de 2011
Surpresas noturnas
Numa noite fresca, luzes clareavam o céu. Faróis iluminavam o que na escuridão não se via. Palavras nunca antes ditas se perdiam em um dialogo não tão novo assim. Pedidos de desculpas se misturavam a admiração. Caricias eram trocadas junto ao minguar de decepção no canto da boca. Perguntas com respostas, e respostas para as perguntas se encontravam com facilidade. Promessas para serem cumpridas. Desejos mútuos. Pequenos gestos de afeto diziam mais que poderiam antes acreditar. Tudo se encaixava plenamente naquele lugar oculto onde só eles existiam. Entre uma ligação ou outra eram obrigados a lembrar que existia um mundo atravez das janelas molhadas. Ali, ninguém entraria.
Tudo foi resumido em uma unica frase, -apenas seis palavras- e guardados em um simbulo divino pertencente a ele que a ela, no manar do dia, foi entregue e permanecera próximo o máximo possível!
Éllen Marianne Carletto
domingo, 6 de novembro de 2011
Nem sempre é a capa que faz o livro.
Da mesma forma que existem dias comuns, existem também dias especiais Dias que são marcados e lembrados. Muitas vezes nem o próprio evento é digno de tanta importância, mas sim, as pessoas que nele estavam presente. Hoje, meu dia era extremamente especial. Todos os detalhes que o compunham o tornavam ainda mais único. O que não o tornou tão diferente foi o pequeno detalhe, comum, de não ocorrer sempre como o planejado. Porém, isso não deve ser classificado como um problema, pois, muitas vezes, o destino acerta, mas ele vem na hora erra. E sabem o que pode solucionar um problema sem nem ao menos sabermos de sua existência? Viver imprevistos, nos surpreender.
Planejamentos indicavam que hoje eu teria um dia de princesa, mas garanto-lhe que isso não saiu como desejado, mas posso lhes afirmar, no final, as coisas se assemelharam a um conto de fadas!
Éllen Marianne Carletto
sexta-feira, 4 de novembro de 2011
Meu tempo
Nos últimos dias, ou mais, nas ultimas semanas tenho passado um bom tempo encarando esta pagina aberta, em branco, pois nenhuma frase que era escrita seguia uma lógica. Nada sai de uma forma boa. Não conseguia terminar o que eu começava. O mais complicado era que isso acontecia por que eu não conseguia expor, transmitir e nem explicar a mim mesma o que eu estava sentindo e tentando transformar em palavras.
Comecei varias vezes algo sobre você. Quando escrevia, as palavras não possuíam lógica alguma. Versos começavam com a mesma empolgação que eu sentia, mas momentaneamente, pois terminavam em amargura. Outros começavam de uma forma triste, mas seu desenrolar trazia a tona uma alegria desejada. Agora vocês devem estar pensando o que é errado nisso, mas realmente não existe erro, alias muitas das coisas as quais eu escrevo seguem alguma dessas ordens. O motivo era por eu não estar nunca satisfeita com o resultado que se dava ao finalizar. Alegria não era o que eu sentia, e tristeza não era o que eu queria, então tudo era deletado, como eu desejaria fazer com coisas naquele momento.
Agora percebo por qual razão nada acontecia como o esperado. Eu não sabia, e não sei classificar tudo que sentia no momento e ainda sinto. Nenhum sentimento conhecido se encaixava em você e a melhor decisão que tomei foi em não escrever sobre você. Não, eu não mudei de ideia, não escrevo agora pensando em você, e acho que pela primeira vez. Hoje escrevo pensando em mim. Em como eu estou feliz e em que nada, NADA irá me atrapalhar, pelo menos nas próximas 36 horas. Nem você nem ninguém. Hoje, e nesse tempo de felicidade só vou pensar em mim. Eu e mais ninguém. Viver e aproveitar o máximo do meu momento.
Ah, uma colocação antes de finalizar. Como em meus versos, nossos momentos também não possuem um fim lógico. Sempre sabemos como começar, mas nós nunca conseguimos seguir com nada até o final!
Éllen Marianne Carletto
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