segunda-feira, 7 de novembro de 2011

Surpresas noturnas

Numa noite fresca, luzes clareavam o céu. Faróis iluminavam o que na escuridão não se via. Palavras nunca antes ditas se perdiam em um dialogo não tão novo assim. Pedidos de desculpas se misturavam a admiração. Caricias eram trocadas junto ao minguar de decepção no canto da boca. Perguntas com respostas, e respostas para as perguntas se encontravam com facilidade. Promessas para serem cumpridas. Desejos mútuos. Pequenos gestos de afeto diziam mais que poderiam antes acreditar. Tudo se encaixava plenamente naquele lugar oculto onde só eles existiam. Entre uma ligação ou outra eram obrigados a lembrar que existia um mundo atravez das janelas molhadas. Ali, ninguém entraria.
 Tudo foi resumido em uma unica frase, -apenas seis palavras- e guardados em um simbulo divino pertencente a ele que a ela, no manar do dia, foi entregue e permanecera próximo o máximo possível!


Éllen Marianne Carletto



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